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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Saída três – “Batentes, aldrabas e puxadores”

Porque não aproveitar a nossa “baixa do Porto” com tanta história para contar, em particular as portas do velho casario por onde tanta gente já passou, cantou, amou e lutou...
A minha sugestão será então lançarmos um “olhar” para esses adereços que embelezam ainda hoje estas velhas portas. Batentes, aldrabas e puxadores e porque não as fechaduras e ranhuras para o correio... tudo serve desde que exista numa porta deste nosso Porto antigo.
”Aldrabas e batentes serviam para, batendo numa espera metálica, anunciar visitas, servindo ao mesmo tempo, consoante o design, para protegerem a casa dos maus olhados e intenções duvidosas, advertindo os intrusos para consequências imprevisíveis, ao exibir sinais de poder.
O que distingue os dois objectos é que a aldraba (do árabe Ad-Dabbâ), com a configuração do contorno de um punho fechado, está ligada a uma tranqueta, e ao rodar 90º a 180º graus, abre e fecha a porta.
O batente é muitas vezes uma argola, suportada por uma cabeça de leão e também aparece avulso, sob a forma de mão feminina (no Magreb, chamam a este batente Mão de Fatma,a filha do profeta Maomé, porque se crê que a mão ligada ao divino protege). Pode ser ainda (de maneira estilizada) golfinho-tritão, serpente, lagarto, mastim, ferradura, ampulheta, lira, cabeça de Medusa, etc. Ao contrário da aldraba, o batente não roda, apenas bate na porta.”
In Aldraba Digital (ALDRABA - Associação do Espaço e Património Popular)
Este foi o tema da nossa terceira saída (29-02-2012) e fomos cinco (click em cima do nome para acesso direto ao olhar individual) :
Fátima Bordonhos
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O "Mercado do Bolhão - Porto" - olhar de Laurindo Almeida
Encontrei este edifício de 1914 de autoria do arq. Correia da Silva, calcinado pelo tempo e em decadência acelarada, exibindo uma miríade de intervenções de "desenrasca português", que nos fazem pensar estramos num país do terceiro mundo. À hora do almoço, não se encontrava a azafama tipica de um mercado e os poucos comerciantes presentes estavam pouco dispostos a posar para turistas de ocasião.
Pareceu-me o preto e branco a cor do local enquanto espera pela sempre adiada reconstrução.
Todas as fotos foram efectuadas com uma Nikon D3 com uma lente Nikkkor 85 mm f:1.4G
O "Mercado do Bolhão - Porto" - olhar de Óscar Jantarada
Não tentei trazer nada de novo, ou diferente do que estamos
habituados a ver no Mercado do Bolhão.
Deliciei-me a captar os produtos que lá se vendem, com as
suas cores magníficas.
Para não saturar o Blogue com muitas fotos, emoldurei em
conjuntos de três fotos, conseguindo mostrar mais imagens, mas reduzindo o
detalhe.
Não se pode ter tudo…
Equipamento utilizado: Nikon D7000 Objectiva AF-S Nikkor 35
mm 1:1. 8G e muita vontade de fotografar.
O "Mercado do Bolhão - Porto" - olhar de João Paulo Pires
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Saída dois - O "Mercado do Bolhão Porto"
Saída - O "Mercado do Bolhão Porto"
Mercado do Bolhão.
Local emblemático da cidade do Porto, construído em
1850 num belo edifício em estilo neoclássico, exemplar da arquitectura civil
comercial.
Situa-se no coração da Baixa, entre a Rua Sá da
Bandeira e a de Santa Catarina, ocupando um quarteirão inteiro.
Apesar da necessidade de obras de renovação é um
local vivo, animado e castiço, cheio de vozes, aromas e cores.
No seguimento da nossa actividade de
Quartas-Feiras, e tendo em conta a nossa disponibilidade, a próxima saída será o
Mercado do Bolhão do Porto.
Tendo em conta as variedades de produtos,
nomeadamente flores frutas, legumes, peixe, carne, acho que poderá ser um bom
local a explorar.
Não esquecer a componente humana das
vendedeiras, que ajudam a integrar esta panóplia de cores, fragrâncias e
motivos.
Se der tempo podemos seguir para a Rua Santa
Catarina e captar alguns momentos dos transeuntes de esta magnífica rua.
Este foi o tema da nossa segunda saída (22-02-2012) e fomos cinco :
Óscar Jantarada
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