domingo, 29 de abril de 2012

Saída dez - Teatro


a fotografia de espetáculos, nomeadamente em sala, traz um conjunto de desafios ao fotógrafo a que normalmente não está habituado
cada tipo de espetáculo é diferente, e nesta semana o desafio é o TEATRO uma das formas de expressão artística mais antiga das que permanecem na contemporaniedade e que continua a ter muitos seguidores, mal grado a crise do setor de que tanto se fala 
desde logo o instrumento de escrita das imagens, a luz, é quase sempre disponibilizada por projetores que foram estudados para a criação de certos efeitos cénicos e emotivos e não para a captação de imagens
por outro lado todos sabemos que não é desejável a captação de imagens durante os espetáculos pelo barulho e movimento que perturbam a representação da peça, a atenção do espetador  e a concentração dos atores
assim o que se propõe a este coletivo é fotografar um ensaio preparado para a captação de imagens, com mais alguns graus de liberdade que um ensaio geral mas em que as principais regras da linguagem teatral estão presentes
o que vos propomos é mais um exercício de experimentação e aprendizagem com a necessidade de lidar com situações menos triviais
bons momentos fotográficos e se poderem vão ver a peça dos nossos anfitriões :


- "As Bocas dos Mortos"
Teatro Rivoli Porto (pequeno auditório)
- estreia 6a feira dia 04 de Maio de 2012 pelas 21:30
- em cena até 13 de Maio de 3a a sábado pelas 21:30 e ao domingo às 16:30


Este foi o tema da nossa décima saída, excecionalmente a uma 5a. feira (03-05-2012) e fomos oito (click em cima do nome para acesso direto ao olhar individual):

sábado, 21 de abril de 2012

"Movimento" - Olhar de David Santos

Tema difícil para quem não tem equipamento adequado..
Depois do pedido de várias famílias...aí vão as minhas fotosinhas...

terça-feira, 17 de abril de 2012

Saída nove - Movimento


Em fotografia, os dois instrumentos fulcrais para domínio da máquina fotográfica – abertura e velocidade do obturador – permitem-nos controlar duas grandes variáveis com que podemos jogar, a LUZ e o MOVIMENTO.
Tirar uma foto com f4 e uma velocidade de obturação de 1/125 segundos e outra foto, logo a seguir, com uma abertura menor de f5,6 mas uma velocidade também um stop mais lenta, de 1/60 segundos, dá-nos exatamente a mesma luz. Mas a foto não será a mesma, dado que o movimento imprimido aos nossos temas será diferente. A 1/60, o carro já parecerá estar a mover-se...
A ideia do tema é arrancar-nos um pouco ao conforto do instantâneo, da imagem estática e perfeitamente controlada. A fotografia é uma reprodução estática e a duas dimensões de uma realidade que flui a três dimensões, e o trabalho do fotógrafo é capturar essa realidade dentro das limitações do seu meio, usando-as em seu favor. Por isso, caros colegas fotógrafos, deixem as fotografias fluir neste almoço... imprimam-lhes dinâmica, velocidade ou tremideira.
E como fica sempre bem uma citação nestas ocasiões solenes, escolhi uma de Herman von Helmholtz: “Um corpo em movimento que não seja parado por nenhuma força contrária vai continuar a mover-se por toda a eternidade”. Movamo-nos, pois.
Hugo / Zero


Este foi o tema da nossa nona saída (19-04-2012) e fomos seis (click em cima do nome para acesso direto ao olhar individual):



"Henrique Moreira, escultor do Porto" - olhar de Zero















Uma linguagem estética própria dos anos 30... amarelada com o tempo (o que não é mau nem bom, antes pelo contrário)